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à Unidade Regional de Ensino de Penápolis, solicitando-lhes que nos informem sobre a distribuição de absorventes higiênicos nas escolas da rede estadual em Penápolis:
1. O projeto está ativo nas escolas estaduais instaladas em Penápolis?
2. Se sim, quantos pacotes são recebidos?
3. Como é feita a divulgação nas escolas e, existindo a aplicação do programa em Penápolis, como é feita a distribuição?
4. A distribuição está sendo feita com a frequência e regularidade necessárias, anualmente, conforme a lei?
5. Existem estoques suficientes para evitar a interrupção no fornecimento?
6. As beneficiárias têm opção de escolha entre os tipos de produto, considerando suas necessidades e realidades?
7. A distribuição está sendo acompanhada de ações educativas sobre higiene menstrual, uso correto dos produtos (especialmente coletores), e saúde reprodutiva, conforme previsto na lei?
8. Quem está sendo o responsável por essa educação (profissionais de saúde, professores)?
9. Existem campanhas de comunicação para combater o estigma e o tabu em torno da menstruação, ajudando a normalizar o tema e a aumentar a adesão ao programa?
Justificativa
Após aprovação dos parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, o Executivo sancionou e publicou no Diário Oficial desta quinta-feira (24) a Lei 17.525/2022, que implanta o programa Dignidade Íntima, para distribuição de itens de higiene menstrual a alunas de escolas da rede pública estadual, incluindo as Etecs e Fatecs.
Com a aprovação da Lei 17.525/2022, a distribuição de absorventes e coletores menstruais íntimos se tornou política de Estado e deverá ser cumprida anualmente, independente de quem for o governador. A medida também visa promover a formação de estudantes e profissionais da educação em temas relacionados à saúde da mulher, pobreza menstrual e suas consequências no contexto educacional.
O Dignidade Íntima começou como um programa da Secretaria de Estado da Educação para combater a pobreza menstrual e o impacto negativo da falta de recursos básicos na educação, em particular a evasão escolar.
Agora com a lei, os itens poderão ser adquiridos pelas próprias escolas por meio do programa Dinheiro Direto na Escola, permitindo que as meninas não faltem às aulas por causa da menstruação ou a falta dos itens de higiene, como absorventes.