Considerando o relato de munícipes (pacientes idosos e acompanhantes) sobre dificuldades enfrentadas no transporte para tratamento de saúde em Barretos, especificamente quanto ao horário rígido de retorno das vans às 17h, de segunda a quinta-feira;
Considerando que, em casos de consultas ou procedimentos agendados para o final da tarde, pacientes têm sido orientados a permanecer na "Casa de Apoio" quando o transporte inicia o retorno ao município de Penápolis;
Considerando, entretanto, que falhas na comunicação prévia sobre essa logística de pernoite e a eventual lotação da Casa de Apoio podem causar sérios transtornos emocionais e riscos à saúde de pacientes debilitados que não se prepararam para a estadia;
por meio da Secretaria Municipal de Saúde, para que informe:
Qual é o protocolo oficial de comunicação da Secretaria de Saúde com os pacientes e acompanhantes que utilizam o transporte para Barretos? Essa orientação sobre horários de retorno e possibilidade de pernoite é feita apenas de forma verbal ou existe a entrega de um informativo impresso?
Existe a possibilidade de a Secretaria implantar um "Termo de Ciência de Viagem", a ser entregue com antecedência, onde constem os horários de retorno e a necessidade de preparo para eventual pernoite, colhendo o ciente do paciente ou responsável?
Qual é a capacidade máxima de acolhimento da Casa de Apoio em Barretos? Em caso de lotação total da unidade, qual é o protocolo de contingência da Prefeitura para garantir o repouso desses pacientes?
A Secretaria de Saúde possui ou estuda a viabilidade de realizar o cadastramento/credenciamento de hotéis ou pousadas em Barretos para hospedagem excepcional de pacientes debilitados, caso a Casa de Apoio não comporte a demanda ou não ofereça as condições necessárias para casos específicos de gravidade?
Como é feita a gestão dos horários de retorno? Existe flexibilidade para o motorista aguardar pacientes cujos procedimentos sofram atrasos pontuais, visando evitar o custo e o desgaste do pernoite desnecessário?