Considerando que o diagnóstico de condições como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, Síndrome de Down e Paralisia Cerebral acompanha o indivíduo por toda a vida, demandando suporte terapêutico contínuo para a manutenção da autonomia e qualidade de vida na fase adulta;
Considerando que muitos munícipes relatam dificuldades em encontrar informações claras sobre para onde devem se dirigir e quais serviços estão disponíveis quando o paciente atinge a maioridade e deixa de ser atendido por programas estritamente infantis;
Considerando a necessidade de transparência sobre a rede de apoio multidisciplinar (psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia, entre outras) oferecida pelo município para este público específico;
para que, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informe:
Qual é o fluxo oficial de atendimento (passo a passo) para um adulto com diagnóstico de TEA, Paralisia Cerebral, Síndrome de Down ou TDAH que necessita de terapias na rede municipal?
Quais são as unidades de referência para este atendimento? Onde o munícipe deve procurar o primeiro acolhimento (Postos de Saúde, CAPS ou centros especializados)?
O município dispõe de equipe multidisciplinar própria para o atendimento de adultos com estas condições ou o serviço é realizado via convênios com entidades (como APAE ou outras)?
Atualmente, existe fila de espera para terapias voltadas a este público adulto? Se sim, qual o tempo médio de espera e o número de pacientes aguardando?
Existe algum programa específico de inserção no mercado de trabalho ou de suporte à vida independente para adultos com deficiência ou neurodivergência gerido pela Secretaria de Saúde em conjunto com a Assistência Social?