O serviço de estacionamento rotativo (Zona Azul) em Penápolis, gerenciado pela empresa Rizzo Parking, vem acumulando frequentes reclamações da população devido às severas limitações operacionais enfrentadas no uso do aplicativo móvel oficial.
É recorrente o relato de cidadãos que estacionam seus veículos com o intuito de efetuar o pagamento regular da tarifa, mas ficam impossibilitados de concluir a operação em razão do travamento ou indisponibilidade do sistema digital. Ao retornar ao automóvel, o motorista é surpreendido com a notificação da Taxa Pós-Utilização (TPU) no valor de R$ 20,00, sob risco de autuação por infração de trânsito caso não Quite o montante em 48 horas. É uma cobrança que penaliza injustamente o consumidor por uma falha de infraestrutura tecnológica da própria prestadora do serviço.
Como solução prática, moderna e eficiente, sugere-se à empresa a disponibilização da tecnologia de identificação automática por tags veiculares coladas no para-brisa — modalidade amplamente consolidada no mercado nacional por empresas como Sem Parar, Veloe e ConectCar.
Através dessa tecnologia, o motorista cadastra previamente seu veículo, cola a tag e mantém saldo em conta. Ao estacionar na Zona Azul, o veículo de monitoramento da empresa realiza a leitura da tag/placa e efetua o débito automático do tempo de permanência, eliminando a dependência do celular, o risco de travamentos de aplicativos e as autuações indevidas.
Trata-se de um avanço que garantirá agilidade, comodidade aos motoristas, transparência na arrecadação e maior eficiência no fluxo do trânsito comercial de nossa cidade.
Diante disso, faz-se indispensável o envio de esclarecimentos oficiais por parte da empresa Rizzo Parking a este Poder Legislativo.