Em sua primeira sessão ordinária de 2026, a Câmara Municipal de Penápolis recebeu segunda-feira, dia 2, o prefeito Caíque Rossi (PSD) para levantamento de diversas informações sobre a administração municipal. Entre os questionamentos, o vereador Batata da Pizzaria (PL) abordou o andamento da construção do Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e o fato de os banheiros do Terminal Rodoviário permanecerem fechados mesmo após a conclusão da reforma. O prefeito informou que os trâmites burocráticos do AME seguem normalmente e que a escritura da área destinada à obra já foi encaminhada ao Governo do Estado. Sobre os banheiros, explicou que a decisão de mantê-los fechados visa preservar o espaço até a finalização de outras melhorias na rodoviária. O vereador Roberto Delfino (MDB) destacou sua atuação junto ao INCRA para viabilizar a mudança da área do AME de zona rural para urbana. Ele também pediu informações sobre o projeto de cerca de R$ 50 milhões para a reforma da Estação de Tratamento de Água (ETA). Caíque Rossi ressaltou que a obra representará um grande avanço no abastecimento para a população. Já o vereador Professor Bruno (PSD) repercutiu a necessidade de contratação de mais servidores municipais e solicitou previsão para a realização de concurso público. Ele também pediu esclarecimentos sobre norma recente que determina que motoristas de ambulância só recebam diária a partir de 16 horas de viagem. O prefeito respondeu que haverá concurso para diversas funções, como agentes de trânsito, médicos e professores, e afirmou que excessos no setor de ambulâncias estão sendo combatidos. A vereadora Professora Jandineia (PT) perguntou sobre benefícios aos servidores municipais após o chamado “descongela” do governo federal, que permite a contagem do tempo da pandemia para adicionais de serviço. O prefeito disse que o tema está em estudo. O vereador Mário Abe (PL) reiterou defesa para projeto de escoamento de água para os próximos 20 anos em Penápolis e teve resposta de que um estudo contratado para o caso será avaliado nos próximos dias. O vereador Altair Reis (PL) relatou média diária de 60 multas na zona azul, somando aproximadamente R$ 1,1 milhão nos primeiros quatro meses de funcionamento do sistema. Ele propôs que a Prefeitura não efetive a cobrança das penalidades, considerando também que em breve haverá mudança na legislação, ampliando o tempo de permanência na mesma vaga de duas para três horas, além da criação de tarifa pós-uso no valor de dez vezes a hora da zona azul, com prazo de pagamento de até 48 horas.